Boas-vindas! Este é um espaço onde as palavras se fazem presença e as perguntas abrem caminhos. Onde a Psicologia não é apenas teoria, mas um convite à experiência. Cursos, livros, textos, vídeos… mais que conteúdos, são brechas para que cada pessoa se reconheça em movimento, entrelaçada com tudo o que existe. Grata, Nina – Jennifer Giusti
sábado, 16 de julho de 2022
Eis-me aqui
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
Viajar?
Para viajar basta existir.
sexta-feira, 13 de agosto de 2021
Ao perder terá encontrado
“Estar apaixonado e sofrer a perda do amor nos joga em um lugar profundo. Nossos corações são tocados e nos abrimos a profundidades de dor e alegria, a sentimentos profundos talvez nunca experimentados antes. Embora todos estejamos provavelmente destinados, em algum estágio, a ter nossos corações partidos, é menos frequentemente entendido que essa "quebra" nos permite "abrir" mais nossos corações. E que essa abertura é para o Divino, para o amor infinito. Há um ditado entre os sufis que pede a Deus que parta o coração: "Quebre meu coração para que um novo espaço possa ser criado para um Amor Ilimitado". Experimentar a perda do amor paradoxalmente nos leva de volta ao amor, ao casamento interior e à sagrada sabedoria do coração. Em profunda vulnerabilidade, uma inteligência mais profunda surge ...
O desgosto neste sentido é uma iniciação sagrada. A jornada para a cura após um coração partido está bem documentada em grandes mitos e histórias transmitidas a nós como parte de nossa herança arquetípica. A jornada sempre envolve provações e testes, morte (do ego) e renascimento de uma nova vida. Parte dessa jornada envolve a vontade de sofrer e de ficar no exílio por um tempo. Simbolicamente, estamos no exílio de qualquer maneira porque, quando estamos com o coração partido, ficamos divididos, e nossa busca de voltar para casa, para nós mesmos, representa nossa jornada de cura. Estar no exílio é estar separado dos outros, dividido internamente e forçado a uma busca de pertencimento ...
Somos recompensados no final da nossa jornada, no final da nossa noite escura, pelo Amor. Nosso processo interno, se estiver totalmente engajado, leva a um encontro com nosso amante interno, nossos corações, de modo que nosso casamento seja com o outro, dentro do casamento interno. No espaço deixado vago pelo nosso amor perdido, nos encontramos ...
Ao perder o amor, você o terá encontrado.”
Benig Mauger
sexta-feira, 6 de agosto de 2021
Você é solteiro e sente falta de um parceiro.
Você está em casal e falta liberdade.
Você trabalha e sente falta do tempo.
Você tem muito tempo livre e gostaria de trabalhar.
Você é jovem e quer crescer para fazer as coisas dos adultos.
Você é adulto e gostaria de fazer as coisas dos jovens.
Você mora na sua cidade, mas gostaria de viver em outro lugar.
Você está em outro lugar, mas gostaria de voltar para sua cidade.
Talvez seja hora de parar de olhar sempre para o que nos falta e começar a viver no presente, valorizando realmente o que temos.
Aproveite o perfume da sua casa antes de abrir a porta e sair procurando os perfumes do mundo. Porque nada é garantido, e tudo é um presente.
(autor desconhecido)
terça-feira, 18 de maio de 2021
Vida muerte vida
“Lo visible dura un verano
y luego se marchita,
pero aquello que le dio Vida
se oculta bajo la Tierra
y allí vive, inmutable,
bajo la superficie
de los eternos cambios.
Lo que se ve es la flor
y ésta perece.
El rizoma permanece”.
~Carl G. Jung~
segunda-feira, 15 de março de 2021
A volta ao lar: O retorno ao próprio self
"Há muitas formas de voltar ao lar. Muitas são rotineiras; algumas são sublimes. Minhas clientes me dizem que as seguintes iniciativas práticas representam uma volta ao lar para elas... embora eu deva advertir que a exata localização da saída para essa volta muda de vez em quando, de modo que num mês ela pode ser diferente do mês anterior.
Reler trechos de livros e poemas isolados que de alguma maneira nos comovem.Ficar deitada no chão numa sombra rendilhada.
Ficar com quem se ama.
Sentar na varanda, tricotando ou descansando.
Caminhar, pra qualquer direção e depois voltar.
Tocar um instrumento enquanto se ouve música.
Assistir ao nascer do sol.
Ir de carro até algum lugar em que as luzes da cidade não prejudiquem a visão do céu noturno.
Orar.
Estar com uma amiga especial.
Ficar sentada numa ponte com as pernas balançando no ar.
Segurar um bebê no colo.
Sentar-se junto a janela de um café e escrever.
Sentar-se em um círculo de árvores.
Secar o cabelo ao sol.
Pôr as mãos num barril cheio de água da chuva.
Envasar plantas, fazendo questão de enlamear muito as mãos.
Contemplar a beleza e a graça, a comovente fragilidade dos seres humanos."


